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Análise: "Dead Island" !!


O anúncio de Dead Island foi espetacular, seu primeiro vídeo, mesmo feito em CG, ou seja, não demonstrava seus gráficos reais, levou muita gente a acreditar que DI era um game com brilho de sobra. Mas, depois da revelação que o jogo seria um "mata-zumbis RPG", uma parte dos entusiasmados se decepcionaram, e a outra adorou a ideia de um Left 4 Dead aprimorado.
Bem, na verdade, essa comparação com L4D é um pouco injusta, pois a produção da Valve é muito mais arcade, você pega armas pesadas e poderosas logo de cara e joga no mapa que quiser, quando quiser, além de ter inúmeras chances de voltar a partida sem morrer. Dead Island é mais complexo e o fato de ser RPG leva a jogatina pra um lado completamente diferente. Aqui, a campanha deve ser seguida passo-a-passo, novas armas e upgrades exigem esforço e cair no chão é quase um sinônimo de morte.
Essa produção da Techland tem história, viu! Uma apocalipse zumbi afeta um resort em Papua - Nova Guiné, e sobram pouquíssimas pessoas, e adivinha, você é uma delas!
É permitido jogar com 4 personagens, sendo dois homens e duas mulheres com histórinhas de vida bem clichês pra falar a verdade. Uma mulher durona, um rapper famoso, uma pessoa que era meio santinha e tudo mais.
A campanha dura cerca de 20 horas e se você acha isso pouco, ainda há as side quests, que são missões secundárias, elas adicionam mais EXP e claro, mais horas de em sua jogatina.
Ei! Não se esqueça, estamos ainda falando de um first person shooter, game de tiro em primeira pessoa, então, e as armas? No começo na verdade são bem fraquinhas, mas a partir do segundo ou terceiro ato podemos achar facas com uma infinidade de modelos disponíveis, canos e outras belezinhas.
Talvez quem tenha curtido Dead Rising 2 deva ter sentido falta do fator "pegue absolutamente tudo que quiser no mapa para bater em um zumbi", claro que isso não é algo inexistente, mas está presente em um volume muito menor. Não entendeu? Explico melhor. Em Dead Rising, principalmente no segundo título, 99% do cenário serve como arma contra zumbis: extintores, placas, cadeiras, brinquedos, talheres... Já em Dead Island, a quantidade de armas não é pouca não, mas...pegar um galho de árvore e sair apavorando por aí? Nem pensar e nem tem como. O jogo te disponibiliza um arsenal bacana, mas não praticamente infinito, que é o caso do game da Capcom lançado em 2010, DR 2.
A jogabilidade é bem trabalhada, o sistema de combate consiste em bater normalmente no alvo ou poder jogar o que está em sua mão diretamente naquele maldito zumbi, como um tomahawk...entendeu? Como citei, tem muito de RPG aqui, então, a EXP não poderia faltar, sim, simplesmente matar zumbis fazem com que o jogador adquira experiência e no final, ainda dá pra fechar com chave de ouro completando a quest e tunando ainda mais sua XP. Ah é, tem dinheiro também, mas ele tem que ser pego manualmente, de malas abandonadas, carteiras, gavetas ou até turistas-zumbis mortos com uma graninha no bolso.
A parte sonora não é ruim, pra falar a verdade, os grunhidos dos mortos-vivos é até que bem aceitável, seus passos na areia também, e sobre tudo, o som das armas fazendo até zumbis chorarem.
A qualidade gráfica de Dead Island é bem discutível, os cenários possuem iluminação decente e tudo é bem cheio de cor e vida (humm...vida? Bem, mesmo se tratando de zumbis, isso é bom!), po(ooo)rém, a modelagem dos personagens não é tão caprichada, há problemas como pop-in ou screen tearing e a sincronização do pessoal no jogo é bem mal feita. Falando nisso, capricho. Isso é uma palavra que provavelmente os produtores não conhecem. Tudo é até bacana, mas nem tão bem polido, se olhar para o chão, verá seu pé (êba!), mas se virar sua câmera, justamente olhando para o pé, verá seu personagem virando sem nenhum movimento, ele não dá passos para o lado, ele gira nem mesmo mexer um dedinho.
Já que toquei no assunto de personagens, outro defeito é como a história se desenvolve. O pessoal que te dá as quests ou você mesmo, o protagonista, não tem personalidade nenhuma. Você despenca de um elevador e não fala absolutamente nada, os outros sobreviventes olham pra você com uma cara de, tipo "tô entediado". Amigo! Tem uma apocalipse de zumbis e você tá pra morrer, vê se apresenta uma expressão preocupada! Mas ele não tem culpa, os produtores têm. E isso com o tempo faz com que o jogador vá pulando as falas das outras pessoas pois não aguenta mais ver gente gritando fazendo cara de tédio. Por favor, né!
Quem já deu uma lidinha por aí sobre esse game deve saber do grande potencial que ele tem quando o assunto é online e já deve estar se descabelando em casa dizendo: "como esse panaca não diz nada sobre o modo multiplayer??!!! Cooomo?!". Mas, mantenha a calma, lá vai minha impressão sobre o modo para mais de um jogador: Divertido. Exato, divertido, e muito. Eu estava esperando um jogo praticamente só online, que jogar sozinho seria muito chato, mas até que nem é tanto, porém...o multiplayer é animal! De preferência com amigos, embarcar nesta jornada zumbilesca (inventei uma palavra) te trará uma boa dose de diversão. E também, por que não daria certo? Matar zumbis...com seus amigos! Não é 10?!
Conclusão: Dead Island é um bom exemplo de jogo que não é tão bom tecnicamente, mas que traz uma dose de diversão excelente. É como um Bulletstorm com Left 4 Dead + Borderlands. Divertido, tem mortos-vivos e elementos de RPG, vai dizer que não é a soma perfeita para animar seu final de semana?

[Review] Driver: San Francisco Demo


Está semana a Ubisoft disponibilizou na Xbox Live e na PSN, a demonstração de Driver: San Francisco. Inicialmente não esperava muito do game, mais após começar a primeira das três missões que a Demo oferece, achei o jogo simplesmente fantástico.

O game conta com gráficos espetaculares, e uma jogabilidade incrível. Um ponto forte no game é a característica de cada carro, pontos como peso do veículo, velocidade e até mesmo detalhes internos como aceleromêtro e volante. Os carros encontrados no game vão de carros populares a super-esportivos como o Audi R8, e Muscle Cars como o Chevrolet Camaro.

Veja uma gameplay da Demo:


A demo se limita em pouco tempo e mapa, mais os primeiros 2 minutos foi o suficiente para me convencer a comprar. Mesmo com pouco tempo eu consegui perceber que a Ubisoft conseguiu fazer renascer o sucesso, que o Driver teve nos consoles da quarta geração.

Quanto a outros detalhes do game, como áudio e historia, teremos de esperar a versão completa que deve ser lançada, no dia 2 de Setembro deste ano.

Lembrando que o game já está disponível para Pré-venda.

Notas da Demo:

Gráfico: 8.5
Áudio:   6.8
Jogabilidade: 8.0
Detalhes e realidade: 8.2
Mapa: ----
História: ----

Geral: 8.5




"Call of Juarez: The Cartel" é lançado e decepciona nas primeiras notas !!

Agora com um tema mais moderno, Call of Juarez: The Cartel foi lançado ontem, e já temos as 4 primeiras (e decepcionantes) notas, veja:
Eurogamer: 6.0
VideoGamer: 5.0
Da Gameboyz: 4.8
IGN: 4.5
Média: 5.1

Primeiras notas de "Brink" !!

Diversos sites de variados cantos do mundo já obtiveram uma cópia de Brink e já prepararam suas reviews! Aqui você confere as primeiras notas que o jogo recebeu:

IncGamers: 8.8
Digital Chumps: 8.4
Gaming Nexus: 8.3
3D Juegos: 8.1
Official Xbox Magazine UK: 8.0
Machinima: 8.0
Games Radar: 8.0
Eurogamer: 8.0
Xbox 360 Achievments: 8.0
VideoGamer: 8.0
Game Trailers: 7.9
Destructoid: 7.5
GamePro: 7.0
IGN: 6.0
Joystiq: 4.0
1UP: 2.5

Prévia: "Portal 2", vamos brincar com a ciência !!

O segundo portal de um dos jogos de puzzle mais inovadores dos últimos tempos será aberto na próxima semana, e aqui você confere tudo sobre esse grande lançamento: Portal 2.
Assim como o game original, o jogador conta com uma arma que abre e fecha portais, pode parecer simples pra quem nunca jogou, mas acredite: é realmente desafiador. Uma das mais marcantes figuras dos games está de volta, GlaDOS, um computador assassino... e chato. 
Outro personagem que voltará é Chell.
Portal 2 terá cenários mais amplos e quebra-cabeças ainda mais difíceis. Além disso, a continuação contará com pelo menos o dobro de duração média quando comparada ao primeiro game.
E claro: mais duração, mais recursos. A Portal Gun receberá mais funcionalidade e utilidade, outros instrumentos também te darão suporte: a Tractor Beam é uma delas. Também foram adicionadas espécies de "poções", que fazem com que você rebata nas paredes, ou pule mais alto.
Outra característica importante de Portal que estará de volta: o senso de humor. Agora, mais piadinhas durante o jogo te farão dar um sorriso em meio a tanto raciocínio. 
Portal 2 ainda contará com um novo aliado: o modo cooperativo, que trará dois robôs bem carismáticos ao seu controle, e ao controle de seu companheiro. Os desafios dobram, e isso exige mais raciocínio dos dois jogadores.

"Fable 3: Understone Pack" o pior lançamento do X360 em 2010 !!

O site Metacritic fez um balanço dos piores DLCs/jogos de 2010, das maiores produtoras, incluindo SEGA, Ubisoft, Nintendo, e muito mais, inclusive a Microsoft.
Segundo o website, o pior lançamento do Xbox 360 neste ano, foi o DLC Understone Pack, que adiciona novas horas de jogatina a Fable 3. O preço é de 400 MS Points, e a média no Metacritic foi baixa, mas nem tanto: 50.
É aceitável, já que a Sony teve seu pior lançamento com a média 46 e a Nintendo com 48.
Fable 3: Understone Pack está disponível desde Novembro. E Fable 3 desde Outubro.

Veja as primeiras notas de "Dead Space 2" na crítica americana !!

O lançamento oficial é hoje, e as primeiras quinze notas de Dead Space 2 dão as caras, confiram:
Giant Bomb - 10.0
Gameblog.fr - 10.0
Destructoid - 9.5
BigPond Game Arena - 9.5
Official Xbox Magazine - 9.5
Cheat Code Central - 9.4
Vandal Online - 9.2
Game Trailers - 9.0
Games Radar - 9.0
3D Juegos - 9.0
IGN - 9.0
Game Informer - 9.0
Joystiq - 8.0

Red Dead Redemption - Review





Red Dead Redemption
Genero:
Ação/Aventura.
Publicadora: Rockstar Games.
Desenvolvedora: Rockstar San Diego.
Plataforma: Xbox 360, Play Station 3.
Datas de lançamento: 18 de maio de 2010, 21 de maio de 2010

INTRO
O Jogo seria a continuação de Red Dead Revolver, herdando apenas o título de ‘continuação’ considerando que Red Dead Redemption em nada se conecta ao enredo de seu antecessor.
Pelo primeiro jogo ter sido fruto inicial da capcom que abandonou o projeto no meio do caminho, a rockstar assumiu o projeto e finalizou o game que não ficou tão incrível quanto já se imaginava. Mas isso abriu a possibilidade de começar a moldar um jogo do início e assim nascia Red Dead Redemption.
Red Dead Redemption, é um jogo de ação/aventura em 3ª pessoa, aonde os fãs de western vão se sentir envolvidos e deliciados com bang-bang a todo momento. Mas caso você não tenha interesse em tiroteios incessantes, assaltos a trens e carroças, tudo bem o jogo oferece uma boa gama de mini-games, passando por Poker até lançamento de ferraduras. A história do jogo é uma história simples e já bastante batida. Mas de forma alguma perde sua emoção, onde a ambientação tanto de cenários quanto de personagens nos faz sentir um verdadeiro Cowboy.
A temática velho-oeste, que em tese abrangeria um público específico não ocorre em Red Dead Redemption, pois cuidadosamente foram postas diversas missões paralelas que possuem ótima conexão com o enredo do jogo em si.
Alguns bugs e demoras acentuadas nos loadings são perceptíveis e por vezes podem incomodar alguns jogadores.




GAMEPLAY
Durante todo o correr das mais de 30h de jogo (apenas completando as missões principais) é possível perceber influências de GTA IV no gameplay, onde em um tiroteio você da pulos e se esconde atrás de bancadas de forma bastante semelhante a Niko Bellic(protagonista do GTA IV), apesar de ambos utilizarem a mesma engine em nenhum momento chegamos a confundir ambos jogos, tanto por temática diferente quanto pelo cuidado aparente da rockstar quanto a isso.
Durante as lutas por John Marston(protagonista do jogo) ser um exímio atirador é possível utilizar o “Dead-eye” módulo em que tudo fica em câmera lenta e torna-se possível a mira em vários adversários simultaneamente ou alvos em intenso movimento com maior facilidade. Em uma primeira impressão esse módulo é interessante, e relativamente diferenciado, apesar dos controles serem confusos e o jogo não lhe ensinar no início como utilizar corretamente, deixando mais para frente. Por vezes a mira pode acabar sendo lenta demais ou passar longe do alvo.
As lutas a cavalo também possuem seu brilho, trazendo para o jogador a sensação de estar no “velho-oeste”. Onde enquanto você mira o cavalo segue a trilha que você vinha traçando.
É possível você passear pelo mundo e buscar plantas raras, ou mesmo trabalhar como vigia noturno em determinadas cidades.
Outro ponto importante são as roupas que completando uma série de missões e sidequests torna-se possível utilizar diversas costumizações no personagem. Foi uma ótima idéia da rockstar de modo a tentar obrigar o jogador a aproveitar ao máximo as oportunidades que o jogo oferece.
Apesar de não ser o objetivo e/ou temática do jogo, no momento em que o jogador cai na água morrer ficou surreal onde a produtora poderia ter tomado um cuidado mais acentuado nesta parte para tornar experiência do jogador a mais real possível.
A inteligência artificial do jogo, por vezes deixa muito a desejar, onde os inimigos saem de seus esconderijos para tentar um “ataque suicida”, facilitando muito missões de relativa dificuldade. A mira automática facilita bastante as coisas, mas ela também não é muito precisa (variando conforme a arma) restando ao jogador corrigir a mira manualmente ou morrer de forma fatídica.



GRÁFICOS
Os gráficos do jogo são bons, onde por vezes o jogador acaba por ficar com o cavalo parado no meio da estrada apenas assistindo a um por do sol, ou uma montanha de neve, ou mesmo as árvores. São poucos os cerrilhados no jogo, que apenas com um olhar mais detalhado torna-se possível identificá-los.
As cutscenes do jogo são diferenciadas onde a sincronia do personagem com o dublador ficou muito boa.
Dependendo o item que você equipou no seu personagem, este não é visível nas cutscenes, mas são apenas detalhes que não minimizam em nada a beleza das cenas.




SOM
Os efeitos sonoros das armas estão bem ambientadas, onde cada uma delas possui repercussões únicas e as falas de John Marston no correr de um duelo, ou mesmo perseguindo inimigos são formidáveis.
As dublagens de fato são muito boas e é difícil imaginar uma dublagem melhor para John Marston.
Outro ponto que faz o jogador se animar são as músicas country que combinadas ao cenário e as incessantes cavalgadas trazem a alusão do jogador filmes western, tornando difícil desligar o console após o primeiro contato.
Um ponto ruim é pouca variedade nas músicas em combate, no primeiro momento a música é por demais atraente, mas somadas as 30h de jogo você já acha um saco ter de ouvir a mesma trilha sonora. Além de que a alteração da música calma para outra tira todo fator de um ataque “surpresa” que poderia ser usado pela Inteligência Artificial do jogo.



CONSIDERAÇÕES FINAIS
Red Dead Redemption é um ótimo título que aos fãs de jogos Sand-Box (open world, mundo aberto) é indispensável tê-lo em suas prateleiras, pois com belos gráficos e inúmeras horas de game play será difícil tirar ele do console rapidamente. A inteligência artificial, alguns bugs, e a repetição de sons podem acabar afastando os jogadores mais exigentes, mas nada que influencie no jogo como um todo.

NOTA:


INTRO

7,5 - A história de John Marston é batida e sem brilho, mas a forma como foi exposta e a ligação de boa parte das side-quests com as histórias principais são excelentes.

GAMEPLAY
9,0 – A inteligência artificial do jogo em algumas missões deixa muito a desejar e alguns bugs no correr do jogo são extremamente irritantes. Mas as possibilidades abertas ao jogador são muitas podendo fornecer a este um leque de opções(mini-games, side-quests das mais variadas vertentes) e a ambientação como um todo são dignos de nota.

GRAFICO
9,5 - Os gráficos são belíssimos, mas são perceptíveis alguns cerrilhados nos cenários mais isolados. Um ponto ‘relevante’ é o fato de não aparecer nas cutscenes todos os itens equipados.

SOM
10 - O som do jogo está ótimo tanto em efeitos sonoros quanto em trilha sonora, somente algumas repetições de sons de batalha são perceptíveis (possibilitando ao jogador perceber quando irá adentrar em uma batalha) mas nada que prejudique o jogo.

NOTA FINAL – 9,0

"X-Men Arcade" tem primeiras notas divulgadas !!

Uma exclusividade temporária da Xbox Live, X-Men Arcade, já tem várias notas divulgadas, confira:
Planet Xbox 360: 8.4/10.0
Game Focus: 8.1/10.0
1UP: 7.5/10.0
IGN: 7.5/10.0
GameZone: 7.0/10.0
Official Xbox Magazine: 6.5/10.0
UOL Jogos: 1.0/5.0

"A World of Keflings" recebe suas primeiras notas !!

Mais uma exclusividade da Live Arcade, o jogo A World of Keflings, continuação de A Kingdom for Keflings, já está disponível e tem suas primeiras 10 notas divulgadas, veja:
Console Monster: 8.7
Strategy Gamer: 8.5
Gaming Target: 8.5
Game Informer: 8.3
Game Focus: 8.0
IGN: 8.0
Game Revolution: 7.5
Game Zone: 7.5
1UP: 7.5
ThunderBolt: 7.0

Veja as primeiras notas de "Fallout New Vegas: Dead Money"

O primeiro DLC para Fallout New Vegas, chamado de Dead Money, recebeu suas primeiras notas ontem e hoje. Confira:
Eurogamer: 7.0
Gamer Limit: 7.0
IGN: 6.5


Dead Money está disponível desde o dia 21 de Dezembro e custa 800 MS Points. É uma exclusividade do Xbox 360.

Eternal Sonata - Review


Eternal Sonata
Gênero: RPG
Publicadora: Namco Bandai
Desenvolvedora: Tri-Crescendo
Plataforma: Xbox 360 e Play Station 3
Datas de lançamento: 17 de setembro de 2007 (EUA) 14 de junho de 2007 (Japão) 19 de outubro de 2007 (Europa).

INTRO
Eternal Sonata, criado pela tri-Crescendo (mesma criadora dos já aclamados pela crítica Baten kaitos e Baten kaitos origins) este é um jogo que segundo um de seus próprios produtores tinha como intuito fazer as pessoas conhecerem a história de Chopin. Na verdade o jogo se passa quase que integralmente em um sonho de Chopin, que aos 39 anos com tuberculose está acamado.

Em paralelo a história do jogo, em determinados momentos existirão cutscenes em que aparecem imagens históricas de locais onde Frédéric François Chopin, passou, viveu ou tocou. Resultando em uma excelente imersão no jogo onde por momentos você se sente na obrigação de deixar Chopin(personagem jogável) um nível acima.

GAMEPLAY
Eternal Sonata, trata-se de um RPG com elementos básicos do gênero como níveis, itens de recuperação, armaduras e afins.
O sistema de batalha do jogo é um espetáculo a parte onde você joga por turnos, mas dispõe de uma barra de tempo no canto esquerdo, e apartir do primeiro movimento você tem X seg, para causar o maior dano possível no adversário. Essa forma de gameplay abre um leque para diferentes estratégias.
Esse modo é funcional, e diferente do que os costumeiros RPGs costumam fazer, deixando todos itens que você possue a disposição para utilização, o Eternal Sonata libera uma outra 'bag' com número limitado de itens, e são estes que você está apto a utilizar no correr da batalha. Outro ponto é o Party level, onde conforme você evolue mais difícil se torna o gameplay em batalhas (ex. redução de 1seg no tempo do seu turno), tendo que cada vez mais e mais mudar as estratégias de ataque.
As magias no jogo são dividas entre luz e negra, quando o personagem está em locais iluminados só é permitido utilizar as magias de luz, o mesmo no caso das magias negra.

As vezes pode se tornar repetitivo o fato de enfrentar diversos monstros iguais e com os mesmos golpes, pois o jogo é totalmente linear e desta forma você adentra em um mapa, encontra entre 1 a 4 tipos de monstros diferentes e enfrenta todos eles por uma bom tempo até chegar ao fim do mapa e enfrentar um "chefão". Isso não tira a diversão do jogo, mas por hora pode afastar os não muito acostumados com RPGs.
O que deixa a desejar também é a carência de locais para explorar, onde os mapas possuem um único caminho e as cidades cerca de 10 locais exploráveis. Os Quebra-cabeça do jogo apresentam quase ou nenhuma complexidade, onde enquanto você está pensando em como sair de um labirinto está se encontrando com milhares de inimigos, isso pode se tornar extremamente irritante.


GRÁFICOS
Os gráficos do jogo são muito bem polidos, mas se trata de um jogo nos moldes dos desenhos japoneses (animes), o que pode desagradar a algumas pessoas, as cidades e paisagens do jogo são no geral muito bonitas, passeando desde cachoeiras a beira de penhascos com um por do sol no horizonte. Nas batalhas o gráfico das paisagens, variando conforme o mapa, por hora é deveras repetitivo, mas não tira a empolgação das batalhas. As animações entre as missões estão muito bem feitas, onde a dublagem entra em boa sincronia com o mecher da boca dos personagens.

SOM
Por se tratar de um jogo que trata de Chopin, vida/ficção, os sons estão muito bons. As dublagens do jogo estão ótimas e temos também a possibilidade de escolher não só a presença de legendas, mas escolher a linguagem, entre inglês ou o próprio japonês.
Nas batalhas o som é bom, alterando para músicas tensas que depois de muitas horas de jogo podem acabar fazendo você retirar o som de fundo do game.
Nas cidades as músicas estão perfeitas, mas em alguns momentos do jogo devemos passar muito tempo em determinada cidade e a mesma música acaba se tornando muito enjoativo.
Temos também a possibilidade de encontrar no correr do game 'Score Notes' que são trechos de músicas que devem ser apresentadas para personagens específicos, quando executada a canção correta torna-se possível adquirir equipamentos únicos.


CONSIDERAÇÕES FINAIS
Eternal Sonata traz a luz de todos os conhecimentos sobre a vida de Chopin, em uma história imersiva e um gameplay atraente. Infelizmente os gráficos desenhados como anime e a repetição de monstros nas batalhas pode não agradar os muito aficcionados por RPG.

NOTA:

INTRO
8,5 -
A história de Chopin, e o fato de vivermos em um sonho acabam tornando o jogo muito atraente, e totalmente imersivo após algumas horas de jogo.

GAMEPLAY
9,0 -
O gameplay por turnos e o sistema de party level são extremamente empolgantes. Mas a repetição de monstros pode acabar afastando pessoas menos acostumadas.

GRAFICO
7,5 - Os gráficos são bonitos, mas são todos desenhados podendo desagradar muitos fãs de RPG.

SOM
8,0 -
O som do jogo está bom, as dublagens excelentes só se tornando repetitivo após inúmeras batalhas o que pode acabar fazendo você optar por desligar as caixas de som.

NOTA FINAL – 8,3*


*obs. Nota final = Soma das outras notas dividido pelo total de notas.
(Ex. (8,5 + 9,0 + 7,5 + 8,0)/4 = 8,3)



Estou aberto a críticas.
Também estou aceitando sugestões para próximas reviews.

Att, [LB]

Novo Membro do Novidades Xbox 360


Bom dia pessoal,
Sou o Lucas e serei responsável pelas Análises/Reviews de jogos.
Sempre gostei de escrever, e uma ótima maneira de fazer isso foi aliando a escrita a outro de meus hobbies que é o video-game.
Meu objetivo é tornar o NX360, não só referência em novidades mas também em Reviews.
  • Nome: Lucas Bouvie.
  • Cidade: Blumenau - SC.
  • Console: Xbox 360.
  • Idade: 21.
Espero também sugestões de Reviews.

Revista Time escolhe "Alan Wake" como melhor jogo de 2010 !!

A revista Time, que tem grande credibilidade internacionalmente, nomeou Alan Wake como melhor jogo desse ano.
As expectativas eram outras, já que a maioria das pessoas esperavam Mass Effect 2 ou Red Dead Redemption com o prêmio de melhor do ano.
A revista listou um "top 10" de melhores de 2010 então Alan Wake ganhou por ficar na primeira colocação, mas se você tem curiosidade em saber as outras posições, a gente te ajuda:
(perceba que o Xbox 360 se destacou desta vez, com Alan Wake, Halo Reach, Limbo e Mass Effect 2. Basicamente o console da Microsoft ocupou 40% dessa lista, com suas exclusividades) 
1º - Alan Wake
2º - Angry Birds
3º - Red Dead Redemption
4º - Halo: Reach
5º - Super Mario Galaxy 2
6º - Limbo
7º - Super Meat Boy
8º - Super Street Fighter IV
9º - Starcraft II
10º - Mass Effect 2

Análise: Naruto Shippuden Ultimate Ninja Storm 2

A saga de um dos ninjas mais famosos do mundo dos animes e dos mangás está de volta, mas agora em formato de jogo. Com o objetivo de agradar as pessoas mais aficionadas na série, Naruto Shippuden Ultimate Ninja Storm 2 chega ao Xbox 360 e PS3.
Nesse jogo, o jogador irá acompanhar a temporada "Shippuden", onde os personagens do anime deixam de ser crianças e se tornam pessoas mais maduras, mesmo que ainda não sejam adultos.Para jogar o game, é melhor que você seja fã. Por mais que a produtora tenha tentado instruir quem não é fã, a tarefa não é realizada lá com muito sucesso, ou seja, quem não assistiu pelo menos metade de uma temporada do anime, ou nunca leu por alguns minutos um mangá, ficará perdido na história.

No modo principal, o jogador controla diversos personagens, seguindo fielmente o anime. O foco é bastante na ação, quer dizer, só quando você já jogou a primeira hora, porque no começo, a trama é cheia de diálogos para tentar ajudar os menos familiarizados com a série, mas tantas conversas acabam ficando repetitivas e chatas.
Os gráficos estão ótimos, com traços mais grossos lembrando bastante o anime. Pena que em ambos os consoles, o jogo sofre muito com serrilhados. Mesmo com um cabo HDMI, é muito fácil perceber as sobras completamente imperfeitas e os próprios personagens com os traços "danificados" pelos serrilhados.

A jogabilidade fora de combate pode ser interessante, mas é pode ficar meio estranha para alguns. A câmera não é fixa, ela vai mudando de segundos em segundos, de acordo com seu progresso, em nenhum momento chega a dar dor de  cabeça ou algo do tipo, mas mesmo assim, é um elemento bom pra uns, e ruim para outros. E dentro dos combates, é completamente normal. Lembra muito a jogabilidade dos jogos de Dragon Ball, se não fosse por um detalhe: de vez em quando, apertar botões na hora certa, o mais rápido possível é uma tarefa. Bem ao estilo God of War. Algo que vai interromper um pouco a jogatina são os loads muito grandes.

A trama principal é bem grande (cerca de 18 horas) e não decepciona. Mesmo algumas vezes sendo repetitiva, é interessante. Mas pra quem ainda não se cansou, pode jogar as missões secundárias, que podem até dobrar a vida útil do jogo no sentido singleplayer, o problema é que essas missões paralelas pouco importam e pouco te deixam mais forte.
E é claro, pra quem não quer só seguir a história, pode entrar no modo Free Battle, lá, é possível jogar com um amigo e derrotar inimigos específicos. O modo online funciona assim também, mas não é preciso ter alguém jogando do seu lado.

Concluindo: Naruto Ultimate Ninja Storm 2 é feito mais para os fãs, com modo principal que pode chegar a 40 horas, e batalhas cooperativas. Pena que os serrilhados, a repetição e a quantidade grande de loads acabam tirando uma parte do brilho do jogo. Mas mesmo assim, Ultimate Ninja Storm 2 é um bom título.

+Modo principal grande
+Prato cheio para fãs
+Fiel ao anime e aos mangas
-Muitos loadings
-Serrilhado demais
Nota Final: 8.0

NHL 11, cada vez mais real.



Ontem, como todas as vezes me bateu uma duvida na hora de escolher que game comprar para meu Xbox 360. Então sem esperar muito do game comprei o NHL, do qual ja tinha jogado a versão 06.

Esta nova versão me surpreendeu tanto em gráficos quanto na inteligência artificial do jogo. Nesta nova versão, quando aconteçe colisões o taco do jogador pode cair no chão, de vez em quando quebrando-o, assim o jogador irá improvisar com um pedaço do taco ou até mesmo chutar o disco com o patins. Agora o game conta com diversas qualidades de gelo, e durante o jogo você pode ver que o gelo vai sendo gasto.

Quando ocorre a troca de tempos, na volta o gelo está novo e brilhando. Também a jogabilidade está melhor, com novos comandos agora é possível dar efeitos na tacada ou até mesmo utilizar de outras formas o taco. De primeira impressão achei o jogo chato. Mais depois que aprendi as regras, ficou muito mais legal. Galera vale a pena comprar, o jogo é sensacional.

Fique com um vídeo do game:

"James Bond 007: Blood Stone" recebe boas notas !!

 Foi lançado o tão esperado Blood Stone, e agora? como foi seus primeiros reviews?verão aqui as notas dadas pelos principais sites de games, lembrando Blood Stone foi lançado somente para Xbox 360, Playstation 3, PV e Nintendo DS.Blood Stone teve notas medianas nada de surpriendimentos , mas tudo bem. Veja abaixo as notas:


James Bond 007: Blood Stone

Kinect se sai bem na crítica com seus primeiros jogos!!

O tão aguardado novo periférico para o Xbox 360, o Kinect for Xbox 360 (ou simplesmente Kinect) tem a nota de seus primeiros jogos reveladas. Vemos que as notas estão muito agradáveis, confira!!

Kinect Adventures - 7.5 na Game Informer, 7.0 na Official Xbox Magazine
Dance Central - 9.1 na 1UP, 9.0 na GamePro, 8.8 na Game Informer
Kinect Sports - 8.0 na IGN, 7.9 na Computer and Video games

"Star Wars: The Force Unleashed II" com notas baixas!

As primeiras notas de Star Wars: The Force Unleashed II são bem mediocres.
Criado pela Lucas Arts, a mesma de Lego Indiana Jones e muitos outros títulos do famoso cineasta Jorge Lucas, Star Wars: TFU II teve várias pré-vendas, aliás, uma grande expectativa foi criada ao redor do jogo, mas até que chega a hora da verdade: as notas da crítica especializada!
Veja abaixo as notas de The Force Unleashed II:

Game Informer
- 7.8
Xbox Addict - 7.5
IGN - 6.5
Game Trailers - 6.3
GameSpot - 6.0
Joystiq - 6.0
Eurogamer - 5.0
GamePro - 5.0

Primeiros reviews de "FIFA 11"!


 Antes mesmo de ser lançado, FIFA 11 mostra uma força absurda nos primeiros reviews publicados. O mais novo jogo da EA Sports, fica até agora com uma média acima de 9 no geral.
Interessante notar a crítica feita pelo Eurogamer, publicação que deu a menor nota até agora, ao dizer que esse ano a disputa entre PES e FIFA pode ir para a prorrogação; querendo se referir a um retrocesso na série da EA.


Abaixo confira as notas já divulgadas.

OPM UK: 10
Eurogamer: 8
CVG: 9,7
IGN UK: 9,5

 
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